OBSERVAÇÃO: Todas as informações e atendimentos prestados são de total responsabilidade dos Terapeutas.
Esse Projeto tem como objetivo oferecer indicações de atendimentos terapêuticos para todas as pessoas que necessitem de acolhimento emocional. Venham fazer parte dessa jornada de autoconhecimento, autodesenvolvimento e fortalecimento emocional.
OBSERVAÇÃO: Todas as informações e atendimentos prestados são de total responsabilidade dos Terapeutas.
Olá! Sou Psicóloga clínica com aprimoramento em
psicologia hospitalar na Rede D’Or, extensão em Transtornos Mentais pelo
Instituto de Psiquiatria IPq-HC e aperfeiçoamento em Psicoterapia Psicodinâmica
focada em situações de estresse e trauma pelo Instituto SEDES Sapientiae em São
Paulo. Realizo atendimentos voltados ao público adulto e idoso, auxiliando na
compreensão das situações desorganizadoras que nos levam ao sofrimento
psíquico. Enfoque nas questões que tratam da maturidade, envelhecimento e
relações afetivas no cenário atual.
Penso a clínica psicológica como um tecido, onde
vamos alinhavando retalhos de pensamentos e sentimentos que nos atravessam,
através da palavra. Ao contarmos nossa própria história, tecemos novas possibilidades
de enxergar o mundo, desconstruindo e reconstruindo o que parecia ideal. Há um livro
do escritor e filósofo francês Roland Barthes, cujo título — O rumor da língua —
sugere um som de uma fala baixinha, quase um sussurro. Um trecho desse livro diz que a palavra falada é irreversível, por conta da sua fatalidade. Isso
porque é impossível se retomar a palavra: uma vez dita, seu efeito não pode ser
anulado, apagado. Não se passa borracha na fala. Ao tentarmos consertar algo
que foi dito, é necessário se acrescentar ainda mais palavras. É isso que me
impulsiona para a arte da escuta: a compreensão de que as palavras podem ser
fatais, poéticas, libertadoras, acolhedoras. Que todas as palavras são sempre
possíveis para quem está disposto a escutá-las.
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A relação terapêutica é verdadeiramente intrigante
O silêncio pode ser terapêutico?
Como podemos sussurrar, de forma existencial, quando a cada passo que damos,
apesar da proximidade, nos afastamos um pouco mais? Ser terapeuta, embora possa
parecer simples, envolve escolher cuidadosamente quais portas bater. Não se
enganem ao pensar que nosso papel se limita à audição passiva; na verdade,
estamos ativamente oferecendo silêncios, que têm o potencial de atuar como um
espelho, refletindo para o cliente o que existe dentro de si mesmo.
O processo verdadeiramente terapêutico é uma forma de poesia, daquelas que não sabemos exatamente de onde vêm. Um momento de encontro que, em última instância, nos impede de estarmos evidentemente juntos, mas, ao mesmo tempo, oferece uma espécie desconhecida de atmosfera da presença.
Recentemente, um cliente me disse: “Tenho medo de questionar as bases do castelo de areia que construí para suportar minha dor, mas saber que você veio visitar me dá uma sensação estranha de segurança para fazê-lo”.
O discurso silencioso da presença ecoa alto, e nestes encontros, as palavras tornam-se desnecessárias, pois já não precisamos falar. Estamos imersos na arte, na criatividade, na poesia. Estamos trilhando caminhos onde o chão ainda não existe.
Afinal, o que é caminhar?
Roberto Cruz
Olá e seja bem-vindo(a)! Sou Raquel Dandalo, psicóloga
apaixonada pela natureza singular de cada indivíduo. Ao longo de minha
trajetória, venho cultivando uma postura curiosa e criativa, sempre em busca de
enxergar as possibilidades positivas que a vida oferece. Acredito profundamente
que o autoconhecimento e a autoaceitação são ferramentas fundamentais para
enfrentarmos os desafios e construirmos jornadas mais significativas.
Sou casada há 23 anos e mãe de uma jovem adulta, o que me trouxe vivências enriquecedoras e ensinamentos valiosos sobre a importância do diálogo e da empatia nas relações familiares. Além do trabalho clínico, tenho uma trajetória de envolvimento em projetos sociais, onde adquiri vasta experiência em mediar conflitos, especialmente entre casais, colaborando para que cada um encontre sua voz e suas soluções no relacionamento.
Na terapia, meu objetivo é ajudar você a se conectar consigo mesmo, acolhendo seus sentimentos e descobrindo novas maneiras de lidar com os desafios. Acredito que cada ser humano tem em si um potencial único e que, com o apoio certo, é possível transformar crises em oportunidades de crescimento. Estou aqui para caminhar ao seu lado, respeitando o seu tempo e a sua história.
Se você sente que está na hora de se conhecer melhor e quer dar um passo em direção a uma vida mais autêntica e leve, será um prazer te acompanhar nessa jornada. Vamos juntos descobrir o que há de mais genuíno em você?
Entre em contato e agende uma conversa!
OBSERVAÇÃO: Todas as informações e atendimentos prestados são de total responsabilidade dos Terapeutas.
Eu gosto do meu cabelo liso, não, não é liso, mas revolto, o
que me leva a um ar um tanto rebelde, em não conformidade do esperado em
relação a gênero, idade, sociocultural etc. Como sempre me vi diferente do
padrão, acho que sempre busco estar a margem, mas se pensamos rio enquanto
metáfora da existência, margem também é rio. E se margem também é, também é
cabelo, o meu cabelo não é liso. É cacheado! E me incomoda que assim o seja!
Pronto, disse!
Mas como me reconheço como existencialista, não posso ficar
no incomodo, interrogo pelo sentido dele. Assim, me pus a pensar o que nos
cachos me incomodam. Em um primeiro momento justifico que cachos são mais
difíceis de cuidar, exigem mais, mais creme, mais tempo, mais disponibilidade e
eu não tenho! Cabelo para mim, foi feito para eu passar a mão quando penso e
sempre estar com uma aparência de que não me importo com a “aparência”, ou
bonito, ou charmoso...
E aí! Exatamente aí, que me deparo com minhas fantasias de
beleza e de conformidade com o belo no masculino, não o mais comum, mas o que
dizem ser o charmoso! Que esparrela!!! Como navego nas ondas dos cachos, deixo
para falar em outra hora como me aproximei dessa identidade...
Como é fácil nos diluirmos em convenções mesmo achando que
não nos convencionamos!
Isso posto, agora aceito meus cachos e grisalhos e sem
hesitar, acolho-os! Daqui para frente digo sim aos cachos grisalhos como
possibilidade de me ver no reflexo do banheiro, aliás, quase único lugar onde
me detenho a me olhar, até que parece bom, se o reflexo com os cachos não
ficassem me interrogando quando voltarei a ser o charmoso grisalho que um dia
respondeu de volta o meu olhar?
Só que não sou um charmoso grisalho, sou grisalha, cacheada,
mulher, ...
Se os meus cabelos, não estivessem cacheados eu refletiria
sobre como me vejo no mundo com eles? Qual o sentido do cabelo para mim? Será
que eles estão sendo a oportunidade de olhar para os meus pré-conceitos?
Qual desvelamento pede passagem para o incomodo dos cachos?
Será que está no que ouvi durante muito tempo: que cabelo bom, é cabelo liso? Homens
grisalhos são charmosos, mulheres são velhas desleixadas...
Ora, mas eu discuto isso sempre! Como assim estou sendo
cooptada por esse enviesamento do que entendo por belo?? Entendo que parte disso
tem a ver com o racismo, que diz que o cabelo liso é que bom, não vou me
aprofundar nessa reflexão, esse não é meu lugar de fala, por não ser aquela que
sofre o racismo, mas daquela que percebe como ele me atravessa e constitui. E
do machismo, mas como já disse falarei disso em outro momento...
Entendi que estou sendo atravessada pelos meus
pré-conceitos, mas como digo sempre, temos que trazer para perto os nossos
pré-conceitos, só assim, podemos promover mudanças, quando olhamos para aquilo
que nos marca ao pensar o mundo, e é interrogando pelo sentido, que podemos
ressignificar, mas e quando são os cachos grisalhos no espelho banheiro? Quando
são minhas rugas em torno dos olhos? A minha dificuldade de levantar da cama?
Subir escadas?
Para todas, desculpas bem engendradas, individualistas e
exclusivistas? Muito provavelmente sim... Mas continuo interrogando pelos
sentidos!
Por
Alice Vasconcelos
OBSERVAÇÃO: Todas as informações e atendimentos prestados são de total responsabilidade dos Terapeutas.
Sou Janaina Cavalcante, psicóloga clínica formada pela Universidade Paulista (UNIP).
Atuo no atendimento a uma diversidade de pacientes e demandas. Meu trabalho é focado na construção, junto ao paciente, de um espaço onde seja possível compreender as relações que o cercam. Isso permite trabalhar temáticas existenciais apresentadas por ele em um ambiente seguro, possibilitando a ampliação da consciência sobre si mesmo e a aproximação de um modo mais autêntico de ser.
Realizei cursos complementares em Abordagem Centrada na Pessoa e Tanatologia e Enfrentamento do Luto, buscando constantemente aprimorar minhas habilidades para melhor atender cada caso.
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Psicóloga | Supervisora Clínica | Mestre em Práticas Clínicas
Sou Aline Machado, psicóloga e Mestre em Psicologia com ênfase em Práticas Clínicas pela PUC-SP. Com 17 anos de experiência na prática clínica, minha formação em psicoterapia fenomenológico-existencial e estudos em daseinsanalyse fundamentam minha abordagem, que valoriza a escuta e a compreensão profunda do ser humano. Ao longo da minha carreira, aprofundei meus estudos em trauma, desenvolvendo intervenções voltadas para o cuidado de indivíduos que enfrentam desafios emocionais complexos.
Atuei como professora e supervisora clínica em cursos de graduação e pós-graduação, orientando profissionais em formação a desenvolver uma prática ética. Também sou idealizadora da Consultoria Humana Existencial, onde ofereço um espaço voltado para a psicoeducação e a filosofia, criando ambientes nas empresas que promovem a reflexão sobre a existência humana e o autoconhecimento, integrando esses princípios à vida.
Minha experiência como psicóloga de expatriados, atendendo em contexto bilíngue, me permite acolher pacientes de diferentes origens culturais, promovendo uma prática terapêutica inclusiva e sensível às particularidades de cada indivíduo.
Minha prática é orientada pela criação de um espaço de acolhimento e reflexão, onde o paciente pode explorar sua existência em profundidade.
Psicóloga, Mestre em Psicologia Práticas Clínicas pela PUC-SP
Formação em psicoterapia
fenomenológico-existencial
Estudos em daseinsanalyse
Estudos aprofundados em trauma.
Atuou como Professora e supervisora clínica de graduação e
pós-graduação
Idealizadora da Consultoria Humana Existencial
Psicóloga de expatriados (bilíngue).
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Acredito profundamente que o autoconhecimento é uma aliança essencial que devemos nutrir ao longo da vida. Foi com esse pensamento que, após me aposentar de uma carreira de mais de 30 anos como jornalista, voltei à faculdade aos 55 anos para estudar psicologia.
Hoje, aos 61 anos, continuo minha jornada como aprendiz da velhice, mergulhando nos estudos sobre o envelhecimento e sua relação com a mente e o corpo.
Sou formada em Psicologia, pós-graduada em Gerontologia e atualmente estudante da Escola Paulista de Psicodrama. Minha prática terapêutica tem como base o respeito à singularidade de cada indivíduo, buscando compreender o ser humano em sua totalidade, considerando suas emoções, relações e a busca por sentido na vida.
A ideia é explorar suas questões e buscar maior equilíbrio emocional, seja em momentos de crise ou em sua caminhada de autoconhecimento. Acredito que todos podemos aprender e crescer, independentemente da idade, e minha missão é ajudar você a encontrar as respostas que procura dentro de si mesmo. Estou à disposição para acompanhar você nessa jornada, com empatia, respeito e compromisso. Se essa apresentação fez sentido para você podemos conversar.
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Olá, muito prazer!
Me chamo Giovana, sou de São Paulo, formada em Psicologia pela Universidade Paulista (UNIP) desde 2020, especialista em Psicologia Jurídica pela PUC-Minas e pós-graduanda em Psicologia Fenomenológica Hermenêutica pelo Instituto Dasein.
Durante a graduação, estive presente no ambiente escolar, o que me possibilitou uma maior apropriação do desenvolver de uma criança. Já na universidade, fiz estágios em Hospital Psiquiátrico, Psicodiagnóstico Infantil, Psicoterapia, Psicologia Escolar e Oficina de Criatividade.
Posteriormente, atuei cerca de dois anos enquanto psicóloga na assistência social em um Serviço de Acolhimento Institucional para Crianças e Adolescentes (SAICA), trabalhando em conjunto com a rede socioassistencial e com a Vara da Infância e da Juventude.
Atualmente, me dedico aos atendimentos psicoterápicos individuais e na continuidade de meu desenvolvimento profissional através de estudos contínuos, prezando pela responsabilidade com as pessoas que chegam em minha clínica, espaço onde ofereço acolhimento, escuta e reflexões em conjunto.
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Psicólogo clínico e supervisor na abordagem Fenomenologia Hermenêutica.
Pós-graduado em Psicologia Fenomenológica e Hermenêutica (Instituto Dasein).
Pós-graduando em Patologias do contemporâneo (Instituto Dasein).
Membro da equipe administrativa do Instituto Dasein.
Facilitador de grupos de leitura das obras kierkegaardianas e heideggerianas.
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Com 49 anos de vida e 24 anos de caminhada na Psicologia, sou uma exploradora da alma humana, sempre movida pela curiosidade de compreender as pessoas. Gosto de diálogos profundos e trocas significativas, tanto na profissão quanto na vida pessoal. Viajar é uma das minhas paixões, assim como os livros, que me fazem embarcar em jornadas interiores. A Arte, por sua vez, é o que me inspira e conecta com o mundo, por isso busquei a formação em Arteterapia e procuro incluí-la em meu fazer clínico.
Desde cedo, sabia que meu lugar era junto às pessoas, ouvindo suas histórias, mergulhando em suas emoções, por isso, escolhia Psicologia. Logo que saí da faculdade comecei minha formação em Fenomenologia Existencial, e foi como se encontrasse uma parte de mim que sempre esteve lá: eu sempre fui fenomenóloga! Mais que uma profissão, ser psicóloga é meu propósito de vida, uma escolha que faço a cada novo encontro, com a certeza de que a compreensão do ser humano é um caminho sem fim, cheio de possibilidades.
Formada em Psicologia, pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, em 2000.
Especialização em Psicoterapia Fenomenológico-Existencial, Arteterapia e Medicina Tradicional Chinesa
Atuação clínica na abordagem Fenomenológico-Existencial desde 2000, em psicoterapia de adultos em grupo e individualmente; Supervisora clínica e coordenadora de grupos de Arteterapia.
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Olá! Gratidão por estar aqui! Para que você me conheça um pouco, meu nome é Monick, tenho 24 anos e sou psicóloga com base na Abordagem Fen...